O tratamento psicológico visa otimizar o entendimento dos conflitos subjetivos. O terapeuta auxilia o sujeito a formular questionamentos, abrindo possibilidades para construir uma nova forma de lidar com a sua realidade, aprimorando desta forma sua qualidade de vida.
sábado, 2 de abril de 2016
domingo, 25 de maio de 2014
Reflexões sobre a sociedade atual
Estamos vivendo em um mundo capitalista, globalizado e narcisista, onde a preocupação esta no presente, na busca de um corpo ideal, de ser melhor para o outro, uma busca desenfreada da beleza externa. Narcisismo esse, reforçado pela mídia e por um mundo capitalista da beleza e do consumo. Na busca de uma autoestima comprada e ilusória. Onde vai parar essa busca por felicidade reduzida a busca do exterior e sendo esquecido o interior? Não há uma preocupação com o amanha, o que será de toda essa mudança no corpo? Essa falta de conhecimento do eu? Onde vai parar essa busca por uma valorização do que a mídia dita como certo, do que os grupos acham que deva ser? Esse mundo onde o que esta na mídia é o que vale, sendo bom ou não. Onde vai parar esse mundo que só vê aparência e todo o resto é esquecido? Onde se vive do imediatismo, onde a ansiedade impera. Uma sociedade imediatista, ansiosa, onde o agora é o que vale, “o imediato toma conta da paciência” a globalização vai de encontro com esse imediatismo e se pararmos pra pensar, se fizer uma reflexão da sociedade há tempos atrás e a sociedade de hoje, vemos o quanto essa globalização nos transforma nesse sentido, pensando na questão da telefonia e de quanto isso mudou, antes para se fazer uma ligação, tínhamos que ligar para uma telefonista e levava-se tempo até conseguir completar essa ligação, passava-se quase o dia todo para conseguir isso e as pessoas tinham paciência, hoje se ligamos queremos ser atendidos na hora, pois, se isso não ocorre, nos estressa, irrita.... Ninguém quer esperar! É tudo pra agora! As pessoas tem pressa... De que? E então perguntamos: como fica a subjetividade nesse mundo tão globalizado, capitalista, imediatista e narcisista? Você se conhece? Cuida do seu interior ou esta só na busca de uma melhora do exterior? O que tem feito por você?
Qual a sua busca? Pense nisso!
Heloisa Brandão - CRP 35680/5
segunda-feira, 31 de março de 2014
Depressão
É preciso vencer o preconceito e buscar ajuda. Depressão
diferente do que muitas pessoas acham “não é frescura ou falta de vergonha na
cara”. A depressão tem uma origem bio-psico-social ou seja biológica,
psicológica e social.
Ela é uma
das doenças psiquiátricas mais frequentes. Uma em cada quatro mulheres e um em
cada dez homens, podem vir a ter crises depressivas durante a vida. Existem
graus diferentes de depressão. E as crianças também sofrem de depressão.
A depressão é
uma perturbação do humor que não deve ser confundida com a tristeza, que são reações
a alguns acontecimentos da vida, mas, que passam com o tempo e não impedem a
pessoa de viver normalmente. Cuidado para não confundir uma tristeza profunda,
um período de luto com depressão.
Sintomas mais
comuns da depressão: falta de energia, perda de interesse nas atividades
diárias, perturbações no apetite, no sono, insegurança, medos, irritabilidade, agitação,
sentimentos de culpa, inferioridade, alterações na concentração, memória,
pessimismo, sintomas físicos, sentimento de vazio, vontade de sumir, morrer.
É importante buscar ajuda de
profissionais especializados para se fazer o tratamento. Em alguns casos o
tratamento incluem os antidepressivos e as psicoterapias, um
paralelo ao outro, em outros, apenas a terapia já se obtém resultados satisfatórios.
Não é aconselhável somente a medicação, pois, esta será apenas uma medida
paliativa para essa demanda, não trabalhando o principal, o que levou a pessoa
a essa problema. Na
psicoterapia a pessoa irá entender o que esta acontecendo com ela e trabalhar
suas questões.
Ontem em uma
entrevista ao Fantástico, Chico Anysio relata para o Congresso Brasileiro
de Psiquiatria, que sofria de depressão há algum tempo, e que não teria
produzido 20% de seu trabalho se não tivesse recebido ajuda de profissionais da
área.
Entrevista de CHICO ANYSIO ao Fantástico
Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/03/em-depoimento-inedito-chico-anysio-conta-como-venceu-depressao.html
Durante muitos anos, Chico Anysio mostrou ter
várias faces. Mas uma, ele só revelou pouco antes de morrer.
“Eu tenho um psiquiatra há 24 anos. E se não fossem os remédios que a psiquiatria dá. Se não fosse isso, eu não teria conseguido fazer 20% do que eu fiz”.
“Eu tenho um psiquiatra há 24 anos. E se não fossem os remédios que a psiquiatria dá. Se não fosse isso, eu não teria conseguido fazer 20% do que eu fiz”.
Chico Anysio sofria de depressão.
“Eu entendi que era depressão e eu pude pagar os
remédios. E eu pude pagar ao psiquiatra, então eu venci. Porque ela é
vencível”, conta o humorista.
O presidente da Associação Brasileira de
Psiquiatria foi quem teve a ideia de entrevistar Chico Anysio. Ele queria que
as palavras do humorista fossem usadas em um congresso contra o preconceito a doenças
mentais.
“A depressão atinge de 20 a 25% da população. E significa que 20 a 25%
da população, tem, teve ou terá um quadro de depressão ao longo da vida. Portanto pode atingir a qualquer pessoa, em qualquer idade”, explica
Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP.
A Joseane sofreu calada por quase um ano os efeitos
da depressão e do preconceito. “A
família não entende. Acha que é
frescura. Que é falta de vergonha na cara. Que pobre não pode ter
depressão”, diz Joseane Gomes, auxiliar de serviços gerais.
“Só que um dia eu fui para o trabalho e lá eu tive
a crise que foi muito forte. Eu chorava muito. Eu sentia uma angustia muito
grande. Uma coisa muito forte. Que eu não tinha vontade de nada. De fazer nada.
Eu só tinha vontade de morrer. Pra mim, se eu morresse acabava os problemas”
revela Joseane.
Só então a Joseane foi buscar ajuda. E encontrou em
uma unidade especializada em saúde mental, da favela da Rocinha, no Rio de
Janeiro. “Os pacientes com depressão que chegam aqui. Tem um perfil de uma
clientela mais grave. Os pacientes chegam com depressão e com alguns sintomas a
mais. Com ideias suicidas, sintomas psicóticos. Estados avançados de
inapetência de não querer comer, de se cuidar. Parar de tomar banho. Auto
cuidado já mais deteriorado”, explica Christiane Andreolo, psiquiatra.
Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria,
aproximadamente dois terços das pessoas com depressão não fazem tratamento. Entre
os pacientes que procuram o médico, apenas 50% são diagnosticados corretamente.
“É a mesma coisa que você falar pra quem usa óculos. Tira o óculos,
enxergue, esforce pra enxergar, você vai conseguir. Claro que não vai conseguir. A depressão também você não vai conseguir
sair dela”, afirma Antônio Geraldo da Silva, presidente da ABP.
“Você se
conscientizar que você está com este problema não é fácil. Você acha que os
problemas que existem na sua vida que te fazem ficar assim, mas não é,
entendeu? Você quando tem depressão, você reage de maneira errada a problemas
que todo mundo tem”, explica Paulo Malta Santos, funcionário público.
O Paulo só começou o tratamento depois de muita
insistência da família. “As pessoas tendem a confundir com como se fosse um tipo
de loucura. Muita gente têm até vergonha de procurar ajuda. Mas não é loucura.
É um problema psíquico de fundo emocional que hoje em dia muita gente tem”, diz
Paulo.
“O difícil é as pessoas entenderem como é que
pessoas aparentemente normais podem sofrer de depressão. Aí, tem um outro tipo
de preconceito que achar que depressão inutiliza as pessoas e elas são
malucas”, explica a psiquiatra Ana Alice.
Ana Alice é psiquiatra e sobrinha de Chico Anysio.
E lembra que o tio tratava a doença com naturalidade. “Meu tio não escondia
isso de ninguém. Nunca escondeu. Falou pra família inteira. Conversava comigo.
Muito natural”, revela Ana Alice.
“Ontem eu tava conversando com uma paciente minha
sobre ‘por que é que eu tenho depressão? Será que foi porque eu não consegui
lidar com tal situação. Eu sou frágil por causa disso?’ Depressão é uma doença genética. Hereditária. Mas ninguém fica
deprimido porque quer”, explica a sobrinha de Chico Anysio.
Rico sabe sobre o que Ana Alice está dizendo. Ele é
primo dela e filho de Chico Anysio. “Eu já deprimi quando minha mãe morreu.
Quando ele morreu eu fiquei também deprimido. Não tive que tomar remédio
nenhum. Eu faço terapia e não tive que
me medicar. Mas certamente eu fiquei deprimido”, conta Rico.
Ao falar abertamente sobre o problema, o filho
parece ter entendido o último conselho do pai.
“Quanto mais pessoas me ouvirem falar sobre a
depressão, mais pessoas vão deixar de ter vergonha de ser deprimido”, disse
Chico Anysio.
sábado, 29 de março de 2014
A Criança como Reflexo do Ambiente Familiar
A Criança
como Reflexo do Ambiente Familiar
A
família é a base do desenvolvimento da criança. É a primeira fonte de
aprendizagem, é nesse meio que a criança se forma, se percebe como pessoa. A
família é responsável pelo estímulo constante, indispensável para o
desenvolvimento integral da criança. E ela que vai dar limites tão importantes
para que essa criança possa desenvolver uma personalidade saudável para o
convívio com a sociedade.
Vamos
pensar no limite, como princípios ou normas a serem seguidas, a criança precisa
desse limite para uma vida em sociedade, para se sentir segura, para ter
autonomia e aprender a lidar bem com seus conflitos e frustrações. O limite é importantíssimo
para as crianças, pois, assim será por toda a sua vida, precisamos saber
respeitar regras, normas e temos leis a seguir. Falo que limite é sinônimo de
amor. Quando a criança sabe qual o papel do outro e de si mesma e os limites de
cada um, ela sabe exatamente até onde pode ir e onde deve parar. O modo como a
família encara a vida, ira definir em boa parte o comportamento dessa criança. Quando
se senti confiante, certamente aprende a se valorizar, porém, se perceber que
não apostam em suas atitudes, dificilmente ela apostará também. A imagem que ela vê de si mesma é
essencial para o seu desenvolvimento e aprendizagem.
A criança é como uma esponja, absorve tudo o que observa tudo o que vê, tanto os exemplos ruins quanto os bons. Esses hábitos são incorporados, costumo dizer: que a criança veste a camisa que é dada a ela. Atenção com o comportamento que observa na rua de seu filho, pois, isso é o resultado do que foi visto e ouvido dentro de casa. Como a maneira de falar, de chamar atenção, com um tempo ela vai repetindo tudo que vê e ouve. É imprescindível que os pais saibam que seu comportamento, seu exemplo fala muito alto. Se os pais se agridem a todo o momento, qual será o resultado para essa criança?
A criança é como uma esponja, absorve tudo o que observa tudo o que vê, tanto os exemplos ruins quanto os bons. Esses hábitos são incorporados, costumo dizer: que a criança veste a camisa que é dada a ela. Atenção com o comportamento que observa na rua de seu filho, pois, isso é o resultado do que foi visto e ouvido dentro de casa. Como a maneira de falar, de chamar atenção, com um tempo ela vai repetindo tudo que vê e ouve. É imprescindível que os pais saibam que seu comportamento, seu exemplo fala muito alto. Se os pais se agridem a todo o momento, qual será o resultado para essa criança?
O que e
falado tem que ser seguido, não adianta pedir ao filho para deixar o quarto
organizado se os pais não conseguem fazer o mesmo, se o que é dito não é feito.
As crianças observam tudo, e por mais que os pais achem que ela não esta vendo
ou esta distraída, não é verdade, ela esta com a “anteninha ligada a todo o
tempo”. Se a mudança não ocorrer também em relação aos pais sobre o que é
cobrado a essa criança, de nada vai adiantar a cobrança, pois, isso passará a
ser desprezado por ela. Se meus pais não respeitam porque me cobram?
Desobedecendo as regras eles mostram aos responsáveis que tudo isso está muito
contraditório.
Os pais
se perguntam “o que faço de errado para essa criança ser assim?” Para
compreender o comportamento de seus filhos e de extrema importância que os pais
parem e reflitam sobre suas ações. A verdade nem sempre é fácil de ser aceita,
mas, é necessária. Não existe manual de instrução, é preciso errar para
aprender a acertar, e quanto antes reconhecer isso será melhor.
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Uma
vez recebi uma criança atrasado no consultório, ela chegou e disse: “meu pai
avançou todos os sinas de transito para chegar aqui” Como você ensina e diz a
essa criança que isso não pode ser feito se você faz? Uma outra, quando
estávamos conversando junto aos pais sobre organização, me disse: “mas meu
pai não arruma nada, como pode me cobrar?” Se você diz que algo não pode e
vai lá e faz, como ela vai deixar de fazer? Não pode gritar, os pais vão lá e
gritam. Como fica? Os pais precisam estar atentos a isso, uma vez que, as
crianças estão sempre ligadas, não esquecem. Elas sempre estão vendo o que
falamos e o que fazemos, para seguir como exemplo. As crianças não nascem
respeitando regras ou desrespeitando, elas aprendem isso com a família, na
escola. Mas lembre-se, a família é o primeiro contato. Muitas vezes, o
desrespeito é um aviso de que algo não anda bem naquele convívio, e
infelizmente é a maneira que os pequenos encontram de demostra isso, chamando
atenção de maneira negativa, para que os pais olhem para eles. Já que na
maior parte do tempo estamos presentes somente para chamar atenção e quando
fazem algo de errado. Em que momento estamos próximos, elogiando,
parabenizando? Os pais acreditam que o filho só estuda e por isso tem que
tirar nota boa, e vem com aquela famosa frase: “não fez mais do que obrigação”,
então se você trabalhar e nunca recebe esse elogio do chefe, porque é sua
obrigação, como se sentirá? Acho muito interessante, elogiar, parabenizar, os
filhos pelas atitudes positivas. Isso contribuirá e muito na relação entre
vocês. Pense nisso.
Muitos
pais acham que estão sempre perto e que isso significa dar atenção, mas,
sabemos que isso não é verdade, estar perto não quer dizer que esta com eles.
Sempre incentivo os pais a dedicarem um tempo exclusivo a cada filho, e que a
criança saiba que aquele tempo foi dedicado a ela, isso a fará se sentir
amada (“meu pai/mãe tem um tempo só pra mim”) Entender que ela tem o olhar e
companhia dos pais para ela isenta muitas das atitudes negativas dessa
criança, pois, ela não precisará mais fazer tanta coisa para chamar a
atenção, pois, terá essa atenção sem precisar disso. Sempre pergunto a elas:
Será que não é melhor chamar atenção fazendo algo bom do que algo ruim? Mas,
para a criança isso é um processo tão inconsciente, que essa reflexão não é
feita durante um longo período de tempo.
Não
podemos esquecer que no desenvolvimento normal da criança algumas atitudes de
desobediência são normais, o que não pode é ser demais. Como digo: a vida é
equilíbrio, tudo que é demais ou de menos não é bom, é preciso um meio termo
ai...
É
imprescindível estabelecer normas, regras claras para essa criança, dizer o
que se espera dela. Os pais precisam chegar a um acordo, ambos devem sentar e
definir o que será exigido, não adianta um falar uma coisa e o outro falar
outra, porque, a criança ficará muito confusa com tudo isso e nunca saberá o
que e a quem seguir, respeitar. Isso é importantíssimo. Falo com os pais, se
não se chega a um acordo, a criança só ficará confusa, sem saber se faz o que
um diz ou o que outro diz. O que é certo? O que minha mãe fala ou o que o meu
pai fala, o que farei? Quem devo seguir? Isso tudo fica muito confuso na
cabecinha da criança. E nunca na frente da criança desfazer o que o outro
diz, se não concorda, fale depois reservadamente. Se não houver um acordo
entre os pais, o comportamento da criança não será positivo. É preciso dizer à
criança o que quer que ela faça não dizer apenas o que não quer. Porque
sempre nos colocamos de maneira negativa, ao invés de nos colocarmos de
maneira positiva? Se coloque de maneira positiva, ao invés de se colocar de
maneira negativa. A chance de uma resposta positiva será bem maior.
Alguns
pais costumam dizer que esquecem o que prometeram depois de um tempo, seja um
castigo, um acordo, uma promessa, então faça apenas o que consegue cumprir,
se não de nada adianta. Uma vez ouvi de uma criança: “Meu pai fala depois
esquece, promete e não cumpre...” (e balançou o ombro) Isso poderá os colocar
em situações onde perdem a credibilidade perante a criança. Quando dão
castigos onde dizem que a criança vai ficar um mês sem tal coisa, ou ate o
meio do ano sem isso quando estamos logo no inicio do ano... E depois isso
não é cumprido, ficará desacreditado. Por isso falo aos pais: fale apenas o
que consegui cumprir.
As
crianças precisam entender que são responsáveis por suas escolhas, e que toda
escolha tem uma consequência. A vida é assim. E como costumo dizer: se não
aprendemos em casa, aprenderemos com a vida, que é muito pior e doe muito
mais.
Pense
como suas atitudes podem estar influenciando seu filho. Uma vez que a atitude
dos filhos pode ser uma reação à atitude dos pais ou um reflexo desta.
Heloisa Brandão - CRP 35680/5
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sexta-feira, 22 de março de 2013
O esporte no desenvolvimento da criança
O esporte é favorável ao desenvolvimento da criança, acredito que através dele trabalhamos diversas questões importantes para o amadurecimento delas.
A
prática do esporte leva para a vida adulta referências de condutas melhores,
para que estas crianças no futuro vivam bem consigo mesmo e com a sociedade de
maneira geral.
Os
benefícios sobre a personalidade e o desenvolvimento psicológico que o esporte
oferece são diversos: superar dificuldades, melhorar problemas de
relacionamento, desenvolvimento cognitivo e motor, trabalhar disciplina,
espírito de equipe, regras, limites, diminuir o individualismo, superar a
timidez, trabalhar a liderança, aprender a lidar com frustrações, melhorar autoestima,
concentração, desenvolver o coletivo, entre outros.
O
esporte ensina que ganhar é muito bom, mas, que também é importante saber
perder, desde que a derrota não se torne um hábito, ensina que diante de
dificuldades não devemos desanimar e desistir, e sim aprender a superar.
Professores
e responsáveis devem ter cuidado na colocação de regras e limites para que
esses sejam realmente respeitados e essa pratica seja favorável, como por
exemplo: não cedendo à criança uma vitória só para evitar frustrações, pois, o
efeito real destes e exatamente esse aprendizado. Visando no futuro que esta
criança seja um adulto capaz de enfrentar seus problemas da melhor forma
possível.
O esporte permite
aperfeiçoar o desenvolvimento motor da criança e ampliar as suas capacidades
físicas, cognitivas, sociais, afetivas e linguísticas. Deste modo, compete aos
professores e responsáveis utilizá-lo de forma a contribuir para o
desenvolvimento infantil.
Heloisa Brandão
CRP 5/35680
domingo, 21 de outubro de 2012
Reflexões para quem ira se submeter à Cirurgia Bariátrica
A
cirurgia implica em uma mudança radical no estilo de vida, o jeito antes
conhecido, após a Cirurgia mudará completamente e é por isso que é de extrema
importância o acompanhamento psicológico, para que este indivíduo entenda e
elabore todo esse processo, na busca de uma reorganização desta nova vida, em
um corpo que será bem diferente, refletindo a respeito de si mesmo e de como a
vida será após a Cirurgia. Quando a terapia e feita antes e depois, o individuo
tende a passar por esse processo de mudança de uma forma mais tranquila e segura.
Após a Cirurgia, além das questões físicas, vivenciamos
também muitas questões psicológicas, como a expectativa, a ansiedade e a
insegurança do novo período. No pós-operatório, as mudanças rápidas que
acontecem, tanto relacionadas aos hábitos alimentares, quanto às mudanças do
próprio corpo, acabam exigindo do paciente uma reflexão, e emergem questões emocionais
importantes que precisam ser trabalhadas.
Modificar
o jeito de viver não é tarefa das mais fáceis. É necessário uma readaptação a
um novo jeito de funcionar, é preciso se desfazer de referenciais antigos e criar
novos, as mudanças internas e externas serão bastante significativas em relação
a todos os setores da vida, a psique necessitará seguir mudanças do corpo e deverá
se reajustar a uma nova realidade. E é nessa fase que a psicologia e de extrema
importância, pois, nesse momento ira ajudar o paciente a utilizar das reflexões
na busca de novos conhecimentos a respeito da sua personalidade, auxiliando o
sujeito a se entender
melhor e a aderir de forma mais eficiente ao tratamento, estimulando a sua
participação efetiva no processo de emagrecimento. Porque se
o estilo de vida não for modificado, apesar do auxílio da Cirurgia, pode ser
que não se obtenha o emagrecimento esperado.
E muito importante o paciente conhecer e se informar bem sobre o procedimento cirúrgico e
quais os riscos e benefícios da cirurgia. Deve se atentar também para as
seguintes questões: Primeiramente que o sucesso da Cirurgia depende da forma como o
paciente vai lidar com ela, é necessário ter compromisso de novos hábitos alimentares
pelo resto da vida, pois, sem a mudança no comportamento alimentar, a cirurgia
perde o poder, e a frustração e inevitável. É preciso mudar a maneira de agir
e pensar. Segundo, é que a perda
de peso, quando grande e acelerada, provoca uma mudança brusca na estrutura
corporal que não é assimilada com a mesma rapidez pelo paciente, é
necessário tempo para se adequar a esse novo estilo de vida. E a
terceira questão, é que o emagrecimento não implica necessariamente a uma
melhor qualidade de vida. Muitos individuos que se submetem ao procedimento
cirúrgico se mostram fantasiosos, acreditando que o emagrecimento proporcionará
uma realização pessoal. Somente o emagrecimento não levará a tal realização.
Outras questões precisam ser trabalhadas interiormente para que as realizações
aconteçam. Pense nisso!
Heloisa Brandão
CRP 5/35680
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
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...Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tent...


